Música de Carnaval


11/02/2016


Carnaval de 1971

O cantor Claudionor Germano, (Claudionor Germano da Hora, grava dois frevos-canção na Continental, para o Carnaval de 1971:

 

"Quando morre um poeta da gente

 Ganha o céu uma estrela de presente

 Por isso aquela estrela que no céu surgiu

 Foi Ataulfo que se transferiu

 Pois, quando morre um poeta da gente

 Ganha o céu uma estrela de presente!

                    II

       Lua, pastora encantada

        No céu prateada

         Brilhando com todo o esplendor

          Era Amélia, a bem-amada

           Que na noite constelada

            Encontrava o seu amor..."

 

"Bloco do Ataulfo", frevo-canção de Nelson Ferreira e Aldhemar Paiva, com Cludionor Germano, Continental: 12.458/2, Faixa 4, Carnaval de 1971.

 

"Olha o bloco nas ruas

 Mil canções

 Que marcam alegria

 Em seus cordões

 Olha o porta-estandarte

 A flor botão

 Meus amores por ela

 Da noite um sonho assim cumprir

 Da morena menina

 Um sorriso a ver

 Na promessa, um aviso

 A flor mulher

 Meus amores por ela!

 

      Linda flor morena

       De outros carnavais

        Hoje amo o poema que me faz

         Cantar canções prá ela

          Seu olhar da janela

           Seus anseios me traz!

 

   Na quarta-feira, foliões

   A chorar na partida

   De mil canções

   Entre a despedida, entreguei

   Meus amores prá ela!"

 

"Meus amores por ela", frevo-canção de Ivan Moraes e Rodolfo Moraes, com Claudionor Germano, Continental: 12.458/1, Faixa 2, Carnaval de 1971.-

 

cesargravier@bol.com.br

   

Escrito por Cesar Gravier às 23h12
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Carnaval de 1972

Monarco, (Hildmar Diniz), cantor, compositor, grava samba na Odeon, para o Carnaval de 1972:

 

"Voltei! 

 Ao ninho antigo

 Prá rever meus bons amigos

 Que aqui deixei!

 Que aqui deixei!

 A saudade me apertou

 Eu não pude resistir

 O bom filho a casa torna

 Aquí estou a sorrir...

 

              Ah! minha Portela

             Suas cores são belas

            Que tanto me seduz

           Dores de saudades sinto

          Juro por Deus que não minto

         São saudades de Oswaldo Cruz

 

   Portela de Paulo e do Claudionor

    Fazem parte da história do samba

     Também merecem louvor

      Disse um humilde poeta

       Frases que devo lembrar

        Se vou falar da Portela

         Não vou terminar..."

 

"Meu regresso", samba de Monarco, com Monarco, Odeon: 3.692/B, Faixa 5, Carnaval de 1972.-

 

cesargravier@bol.com.br

 


Escrito por Cesar Gravier às 13h18
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Carnaval de 1950

Nelson Gonçalves, (1919-1998), Antônio Gonçalves Sobral, cantor, compositor, grava duas marchas e dois sambas na Rca Victor, para o Carnaval de 1950:

 

"Não quero saber da hora

 Não quero saber, não quero

 Só quero saber agora...

 Se o teu amor é sincero!

             II

     Ai, ai, ai...

      O tempo passa...

       O tempo voa...

        Ai, ai, ai

         Se o teu amor é meu...

          A hora é boa!"

 

"A hora é boa", marcha de Haroldo Lobo e David Nasser, com Nelson Gonçalves, Rca Victor: 80.0636/A, Carnaval de 1950.

 

"Guardo ainda bem guardada a serpentina

 Que ela jogou...

 Ela era uma linda Colombina

 E eu...

 Um pobre Pierrô!

                                II

                Guardei a serpentina

               Que ela me atirou

              Brinquei com a Colombina

             Até às sete da manhã

            Chorei, quando ela disse:

           Vou-me embora, até amanhã

          Pierrô, até amanhã..."

 

"Serpentina", marcha de Haroldo Lobo e David Nasser, com Nelson Gonçalves, Rca Victor: 80.0630/A, Carnaval de 1950.

 

"Deixa

 A tristeza comigo

 Ela é meu castigo

 Mas com ela

 Eu vivo em paz

 Ela representa a quem amei

 Com ela, feliz serei...

           II

      Tristeza

       Companheira da saudade

        Saudade

         De quem foi meu grande amor

          Que um dia me deixou sem piedade

           A chorar

            Ficando esta cruel tristeza

             Em seu lugar..."

 

"Meu castigo", samba de Paulo Marques, Napoleão Alves e Aylce Chaves, com Nelson Gonçalves, Rca Victor: 80.0636/B, Carnaval de 1950.

 

"Eu sei que ela

 Não me tem amor

  Mas eu sou louco

   Por aquela criatura

    Não desanimo

     Eu vou cumprir o ditado

      Água mole em pedra dura

       Tanto bate até que fura!

                      II

       Hei de vencer

       A sua resistencia

       Com insistencia

       Sem desanimar

       O pingo d´água

       Quando pinga sem parar

       Demora um pouco

       Mas no fim tem que furar!"

 

"Tanto bate até que fura", samba de Hildebrando Pereira Mattos, Deusdedit Pereira Mattos e Geraldo Gomes, com Nelson Gonçalves, Rca Victor: 80.0630/B, Carnaval de 1950.-

 

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Escrito por Cesar Gravier às 10h39
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10/02/2016


Carnaval de 1985

Rico Medeiros, (Nilzo Medeiros), cantor, compositor, grava samba-enredo com a escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, na Top Tape, para o Carnaval de 1985:

 

"Soprando forte do sul

 Um ciclone feiticeiro

 Venta pelos anos trinta

 E traz Vargas, o mago justiceiro

 Veio cumprir nobre missão

 E mudar o destino da nossa nação

                                       No palácio...

 

      No Palácio das Águias foi o senhor

      Levantando o povo trabalhador

      Do solo fez jorrar o negro ouro

      E a usina do aço

      Transformou em um tesouro!

 

            Ô, ô, ô, ô Getúlio Vargas

            O guerreiro vencedor!

 

        Apagou...

    Apagou a chama da rebeldia

    E afirmou a nossa soberania

    Deu vida à justiça social

    Criou leis trabalhistas

    E a tranqüilidade nacional

    Com punho forte e decisão

    Esmagou a trama da traição

    Mandou nossos heróis além mar

    Para as forças do mal derrotar

    Na fantasia do folclore do nosso povo

    Festejava as vitórias no Estado Novo

    Pensando no progresso da nação

    Fez a moeda subir de cotação

    Sucumbiu após da sanha traiçoeira

    E da carta derradadeira

    O povo fez sua bandeira...

 

        Rufam os tambores do Salgueiro

        Exaltando Vargas

        O grande estadista brasileiro!"

 

"Anos trinta, vento sul - Vargas", samba-enredo de Bala, Jorge Melodia e Jorge Moreira, com Rico Medeiros & GRES. Acadêmicos do Salgueiro, Top Tape: 501.6024/B, Faixa 4, Carnaval de 1985.-

 

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Escrito por Cesar Gravier às 13h26
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Carnaval de 1940

O cantor Roberto Paiva, (1921-2014), Helim Silveira Neves, grava dois sambas na Odeon, para o Carnaval de 1940:

 

"Meu amor me abandonou

 Até hoje ainda não voltou

 Tô cansado de procurar

 Aquela falsa mulher

 Que não me soube amar

 E hoje eu vivo no mundo a penar

                    Meu amor me deixou!

        II

     Tinha tudo o que pedia

      Dinheiro, roupa, vaidade

       Dava mais do que podia

        Prá lhe fazer a vontade

         E depois o pagamento

          Que eu recebi, afinal

           Foi viver no esquecimento

            Que me causa tanto mal..."

 

"Estou cansado de procurar", samba de Rubens Soares e Luiz Antônio Pimentel, com Roberto Paiva, Odeon: 11.788/B, Carnaval de 1940.

 

"Si você sair chorando

 Dizendo que vai embora

  Meu amor não ignoro

   O seu pensar

    Ficarei muito contente

     Vou viver com alegria

      Espero seu desprezo um dia

       Não vou chorar...

                                     II

                        Você vai

                       Que a rua lhe convida

                      O que vale duas vidas

                     Sem prazer

                    Tudo quanto é difícil

                   Eu dou-lhe com sacrifício

                  E você não sabe me compreender."

 

"Si você sair chorando", samba de Geraldo Pereira e Nelson Teixeira, com Roberto Paiva, Odeon: 11.788/A, Carnaval de 1940.-

 

cesargravier@bol.com.br

Escrito por Cesar Gravier às 10h14
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09/02/2016


Carnaval de 1941

Francisco Alves, (1898-1952), Francisco de Moraes Alves, cantor, compositor, grava marcha, duas marchas-rancho e quatro sambas na Columbia, para o Carnaval de 1941:

 

"Passei um carnaval em Veneza

 Com muitas saudades daquí

  Tentei cantar a "Tyrolesa"

   "A jardineira", mas não consegui

    O povo de lá só cantava

     A sua canção popular

      E eu vendo que nada arranjava

       Entrei no cordão e comencei a cantar

                                                      Assim:

       Iamo, iamo, iamo

       Iamo, iamo, iamo

       Iamo, iamo, iamo

       Iamo, iá

       Funiculi, funiculá

       Funiculi, funiculá

       Atacaram a tarantela

       E não quiseram mais parar!"

 

"A dança do funiculi", marcha de Herivelto Martins e Benedito Lacerda, com Francisco Alves, Columbia: 55.262/A, Carnaval de 1941.

 

"Cantam na mata cigarras

 Anunciando o verão

 Como clarins e fanfarras

 Na sua eterna canção

 O vento, poeta boêmio

 Às rosas diz seu amor

 E ganha sempre por prêmio

 O doce beijo da flor.

           II

         Rosas rubras, os teus lábios são

        Sem um beijo, flor ainda em botão

       E poeta como o vento

      Eu quis em pensamento

     Tornar este botão em flor

    Tudo passou como o vento

   Morreu meu sonho de amor..."

 

"A flor e o vento", marcha-rancho de João de Barro e Alberto Ribeiro, com Francisco Alves, Columbia: 55.248/B, Carnaval de 1941.

 

No Lado A do disco de 78rpm. está gravada música não carnavalesca.

 

"Numa noite assim

 De lua assim

 Tão cheia e tão branquinha

 Tua mão na minha

 Nervosamente eu senti tremer

 Esperei que o sol chegasse

 E te iluminasse

 Prá te dizer:

       II

   O céu

    Roubou a cor azul do teu olhar

     O mar

      Roubou as ondas dos cabelos teus

       E a tua alma louca

        Presa na minha boca

         Vem roubar os beijos meus..."

 

"N´uma noite assim", marcha-rancho de Alberto Ribeiro e Mário Lago, com Francisco Alves, Columbia: 55.259/B, Carnaval de 1941.

 

"Adeus, minha mocidade adeus

 Passado que me deixou saudade

 Conservo ainda um amor nos sonhos meus

 Por isso eu digo adeus, ó mocidade

                                              Adeus!

                   II

       A sorte sempre me favoreceu

      Não houve ninguém mais feliz do que eu

     Amei bastante, foi inconstante

    Por isso eu digo: mocidade adeus!

                                              Adeus..."

 

"Adeus mocidade", samba de Roberto Martins e Benedito Lacerda, com Francisco Alves, Columbia: 55.262/B, Carnaval de 1941.

 

"Até a volta!

 Agora sou eu quem parte

 Não é possivel viver

 Sozinho em meu lar

 Nem um amigo encontrei prá me avisar

 Todo mundo sabia

 Até o dia que ela ia desaparecer!

 Infelizmente, eu fui o último a saber...

                   II

       Mais um coração ferido

        Mais um lar abandonado

         Um amor desiludido    

          Mais um bangalô fechado

           Porém a chave não darei a ninguém

            O que ela me fez

             Outra pode fazer também!"

 

"Até a volta", samba de Herivelto Martins e Benedito Lacerda, com Francisco Alves, Columbia: 55.259/A, Carnaval de 1941.

 

"Eu não posso ver mulher

                              Ai, ai, ai

 Juro que não posso não

                              Ai, ai, ai

 O doutor diz com razão

 Que ainda sou criança

 Prá sofrer do coração...

             II

      Micróbio tem o seu beijo

      Veneno tem seu olhar

      A febre de um desejo

      Só vive a me atormentar

      Eu quero porém um dia

      Sofrer todo mal de amor

      Eu acabo na Pretoria, oi

      Mando às favas o doutor!"

 

"Eu não posso ver mulher", samba de Oswaldo Santiago e Roberto Roberti, com Francisco Alves, Columbia: 55.261/B, Carnaval de 1941.

 

         "Ai, ai, ai

      O galo é que está com a razão

          Ai, ai, ai

      Poleiro de pato é no chão!

                   II

      Mestre pato fez poleiro

       No coqueiro no quintal

        Mas o rei do galinheiro

         Achou isso desigual

          Pois diz ele que o terreiro

           É prá galo vadiar

            Pato se quizer poleiro

             Peça à pata prá arranjar!

                                           Ai, ai..."

 

"Poleiro de pato é no chão", samba de Rubens Soares, com Francisco Alves, Columbia: 55.261/A, Carnaval de 1941.-

 

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Escrito por Cesar Gravier às 19h15
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08/02/2016


Carnaval de 1981

Noel Carlos, cantor, compositor, grava duas marchas na Top Tape, para o Carnaval de 1981:

 

"Eles querem me matá de fome

 Eu aguento porque só home

               II

 Eu trabalho o ano inteiro

  Tenho até o décimo terceiro

   É o quitandeiro, é o padeiro

    É o açougueiro, é o leiteiro

     É todo mundo carregando meu dinheiro!"

 

"Eles querem me matá de fome", marcha de Max Nunes e Laércio Alves, com Noel Carlos, Top Tape: 509.6001/2, Faixa 3, Carnaval de 1981.

 

"É o pó, é o pó, é o pó

 Pó de guaraná

 Que saúde que ele dá!

              II

     Me disse o pajé Morubixaba

      Que tome mel de abelha e catuaba

       As índias você sabe como é

        Não tem nenhuma queixa do velho pajé

         E a vida é uma eterna gostosura...

 

         Aí ele aproveita...

         Aí enquanto dura!"

 

"Pó de guaraná, (É o pó)", marcha de Jota Junior, Oldemar Magalhães e Noel Carlos, com Noel Carlos, Top Tape: 509.6001/1, Faixa 2, Carnaval de 1981.-

 

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Escrito por Cesar Gravier às 17h55
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Carnaval de 1997

Rixxa, (Antônio Ricardo de Souza), cantor, compositor, grava samba-enredo com a escola de samba Portela, na Rca Victor, para o Carnaval de 1997:

 

"E a Portela

 Mostra como é linda

 Oh! linda, Olinda!

 

       Eu naveguei, encontrei

       Um paraíso secular

       Novo mundo vou mostrar

       Mastejosa e tão bela

       Vim brilhar na passarela

       Oh! linda eterna Portela

 

           Nas ladeiras, poesia

          Seu ouro branco e coqueirais

         Bordada pelo mar

        Ninguém esquecerá

       Seu folclore popular

 

       Vou invadir seu coração

       Olinda

       Encantando esta nação

       Tão linda

       Acervo de beleza natural

       Olinda, patrimônio mundial!

 

 Vou viajando assim

 No frevo e maracatu

 Ciranda e serenata

 Vejam!

 Como é lindo seu carnaval...

 Quarta-feira de cinzas

 Vou sair no bacalhau!

 

       E a Portela

      Mostra como é linda

     Oh! linda, Olinda!"

 

"Linda, eternamente Olinda", samba-enredo de Doutor, Renato Valle, Tunico e Eli Penteado, com Rixxa & GRES. Portela, Rca Victor: 7432144033-2, Faixa 6, Carnaval de 1997.-

 

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Escrito por Cesar Gravier às 15h55
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Carnaval de 1971

Clóvis Bornay, (1916-2005), cantor, compositor, ator, grava duas marchas na Copacabana, para o Carnaval de 1971:

 

"Vou sair de maripôsa

 Borboleta ou pica-pau

  Quero ganhar o concurso

   Do Municipal...

               Eu vou de Imperial!

       II

               Quando entrar na passarela

              Podem gritar...

             Lá vai êle ou lá vai ela

            Eu vou até de boneca deslumbrada

           Mas essa eu vou ganhar de barbada!"

 

"Deslumbrada", marcha de Rubem Gerardi, Toninho e Clóvis Bornay, com Clóvis Bornay, Copacabana: 0941/A, Carnaval de 1971.

 

"Tó vendo essa menina rebolando

 Tó passando mal... tó passando mal...

  Menina você está pensando

   Que eu sou um pedaço de pau!

                  II

   Não faça eu cometer um erro

   Não seja tão cruel

   Menina, quando eu morrer...

   Quero ir pró céu... quero ir pró céu!

 

"Quero ir pró céu", marcha de Serafim Adriano e Paulo Sette, com Clóvis Bornay, Copacabana: 0941/B, Carnaval de 1971.-

 

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Escrito por Cesar Gravier às 12h48
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05/02/2016


Carnaval de 1967

Noel Carlos, cantor, compositor, grava duas marchas na RGE, para o Carnaval de 1967:

 

     "Você parece

     Um bicho carpinteiro

    Não para o dia inteiro

   Não para o dia inteiro

  Fazendo onda no meio do salão...

 Parece aquele anúncio da televisão:

 

            Senta levanta

            Senta levanta

            Senta prá lá e prá cá

            Senta levanta

            Senta levanta

            Olé olé olá!"

 

"Bicho carpínteiro", marcha de Brasinha e Denis Lobo, com Noel Carlos, R G E: 5.304/A, Faixa 2, Carnaval de 1967.

 

"Vai haver um fuzuê

 Fuzuê fuzuá

 Se meu amor não quisesse conformar...

                      II

      O meu amor

      É uma brasa, mora!

      E eu não sei

      O que vou dizer em casa..."

 

"O que vou dizer em casa, (Fuzuê)", marcha de Antônio Almeida, com Noel Carlos, R G E: 5.304/B, Faixa 7, Carnaval de 1967.-

 

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Escrito por Cesar Gravier às 16h27
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Carnaval de 1970

Noel Carlos, cantor, compositor, grava duas marchas e samba, na CBS~Columbia, para o Carnaval de 1970:

 

"No fundo do meu quintal

 Plantei meu coração

 O seu amor é tão quente

 Mas amarga que nem limão...

               II

     Meu limão, meu limoeiro

      Meu pé, meu pé de jacarandá

       Uma vez esquindô lelê, lê-lê

        Outra vez esquindô lá lá!"

 

"Meu limão", marcha de Carlos Imperial, com Noel Carlos, CBS~Columbia: 04150/2, Faixa 1, Carnaval de 1970.

 

"Atirei um pau no gato-to-to

 Mas o gato-to-to

 Não morreu

 Saiu zombando de mim...

 Lá se foi, lá se foi

 Meu tamborim!

         II

    Miau miau

    Miau miau

    Com esse gato

    Vou brincar meu carnaval!"

 

"O gato, (Miau miau)", marcha de Carlos Imperial, Alden Vieira e Cosendel, com Noel Carlos, CBS~Columbia: 04150/1, Faixa 4, Carnaval de 1970.

 

"Que luar tão lindo

 Meu amor sorrindo

 A me esperar

 Já é madrugada

 Minha bem amada

 Quer me abraçar...

 

        Adeus amigos de seresta

       Chegou a hora

      O meu amor tá me esperando

     Antes de romper d´aurora

 

     Lara-lá

     Lara lara lara lara la

     O meu amor tá me esperando

     Antes de romper d´aurora."

 

"Adeus amigos", samba de Carlos Imperial, Zé Karnaval, Alden Vieira e Cosendel, com Noel Carlos, CBS-Columbia: 04150/2, Faixa 6, Carnaval de 1970.-

 

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Escrito por Cesar Gravier às 06h55
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04/02/2016


Carnaval de 1986

Royce do Cavaco, (Royce Todovento), cantor, compositor, grava samba-enredo com a escola de samba Sociedade Rosas de Ouro, na Continental, para o Carnaval de 1986:

 

"Sonhei, sonhei, sonhei

 Feito um menino sonhei

 Viajando pelo tempo

 No sabor do vento

 E lá vou eu

 A passear pela cidade

 Num alto astral 2086

 Me encantei

 Mas é estranho ver São Paulo sem garôa

 Sem aquela vida boa do século XX

 Até xixi estão fazendo nas estrelas

 Atrás da lua só prá chatear...

 

           Oilá, oilá

          Dólar na mão de plebeu

         Oilá, oilá

        Cruzeiro só em museu

       Oh! meu São Jorge guerreiro valente

      Cadé a espada tradição?

     Já usam láser prá matar o seu dragão

    A natureza que era bela

   Da flor singela, agora é artificial

   E vi um gênio genial, de um governo sideral

    Organizando um baile em multicor

     Saudade dos antigos carnavais

      Da saudade de uma rosa que é de ouro

       E fez seu noivo delirar

        O que será o amanhã eu não sei

         Só Deus, só Deus

          Saberá responder!..."

 

"Cem anos depois", samba-enredo de Royce do Cavaco e Grupo Balancê, com Royce do Cavaco & Sociedade Rosas de Ouro, Continental: 1.01.404.291/A, Faixa 2, Carnaval de 1986.-

 

cesargravier@bol.com.br

Escrito por Cesar Gravier às 14h06
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Carnaval de 1968

Noel Carlos, cantor, compositor, grava duas marchas na CBS~Columbia, para o Carnaval de 1968:

 

"Napoleão

 Meu batalhão

 Não tem igual na terra

 Só tem mulher, oh!

 Só tem mulher, oh!

 Oh que delícia de guerra!

              II

      Atenção

      Olha a confusão

      Direita, volver!

      Um, dois!

      Esquerda, volver

      Um, dois!

      Direita, volver!

      Um, dois!

      Esquerda, volver!

 

   Lá, lá, lá, lá

   Lá, lá, lá"

 

"Napoleão, (Delícia de guerra)", marcha de Max Nunes e Laercio Alves, com Noel Carlos, CBS~Columbia: 4.108/1, Faixa 7, Carnaval de 1968.

 

"Oh!, que delícia de mulata!

 Oh!, que mulata dengosa!

 Mulata, você é mesmo

 Ma-ra-vi-lho-sa!

         II

    Eu não presto,

     Mas eu te amo!

      Já estou me derretendo

       Vem, vem mulata

        Vem quente que eu estou...

         Fervendo!"

 

"Oh! que delícia de mulata", marcha de Brasinha, Milton de Oliveira e Noel Carlos, com Noel Carlos, CBS~Columbia: 4.108/2, Faixa 1, Carnaval de 1968.-

 

cesargravier@bol.com.br

 


      

Escrito por Cesar Gravier às 12h44
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Carnaval de 1977

Nelson Gonçalves, (1919-1998), Antônio Gonçalves Sobral, cantor, compositor, grava marcha na Som Livre, para o Carnaval de 1977:

 

"Você vai ser minha

 Se Deus quizer

  A não ser que Deus castigue

   Que eu deixe de ser homem...

    E você de ser mulher!

                II

    Prá lhe conquistar

    Você vai ver

    Feitiço eu vou fazer

    Com charuto e farofa amarela

    Vou amarrar seu nome

    Debaixo da vela...

              Eu vou, eu vou, eu vou!"

 

"Vou fazer feitiço", marcha de Rutinaldo e Adelino Moreira, com Nelson Gonçalves, Som Livre: 403.6107/A, Faixa 2, Carnaval de 1977.-

 

cesargravier@bol.com.br

Escrito por Cesar Gravier às 10h20
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03/02/2016


Carnaval de 1976

Noel Carlos, cantor, compositor, grava duas marchas na Musicolor, para o Carnaval de 1976:

 

"Pobre, pobre, pobre

 Da Maria Isabel

 Ela está Pinel

 Ela está Pinel...

        II

    Ela está biruta

     Lelé da cuca

      E não está legal

       Tá mais enrolada

        Que fio em carretel

         Ela está Pinel

          Ela está Pinel!"

 

"Ela está Pinel", marcha de Brasinha e Noel Carlos, com Noel Carlos, Musicolor: 1-04-405-137/A, Faixa 5, Carnaval de 1976.

 

"Nós queremos paz

 Nós queremos paz

 Chega de briga

 Ser amigos vale mais!

            II

       Carnaval é alegria

      É festa mundial

     Vou convidar

    Israel e o Egito

   Prá brincar o carnaval!

 

          Lá lá lá

          Lá lá lá

          Lá lá lá

          Lá lá lá"

 

"Nós queremos paz", marcha de Jayme Bochner com Noel Carlos, Musicolor: 1-04-405-137/B, Faixa 5, Carnaval de 1976.-

 

cesargravier@bol.com.br

Escrito por Cesar Gravier às 22h14
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